A professora Fabiana Piccinin fala sobre o trabalho realizado durante o semestre e suas impressões sobre a turma de Telejornalismo II, responsável pelo Confraria.
Sábado à tarde com um sol insuportável. Mas nada que impedisse eu, a Leticia Pereira e o sempre disposto Luís Habekost a cobrir uma partida de futebol amador veterano. Sim, eu disse amador. Sim, eu disse veterano. Essas duas palavras têm muitas particularidades e fomos descobrir por que esse tipo de confraria é uma tradição em Venâncio Aires. O Mano Menezes que o diga... Os detalhes na próxima edição do Confraria.
Na próxima edição do Confraria você vai poder conferir um desafio. Quando o repórter decide "viver o papel" do entrevistado. Foi isso mesmo, a colega Leticia Pereira e eu acompanhamos durante dois dias o repórter abelha da RBS TV, Felipe Zavarize. Munidas de uma câmera de vídeo, microfone e uma câmera fotográfica seguimos para Cachoeira do Sul. Entrevistamos o Felipe no sábado e domingo acompanhamos a produção de uma matéria sobre o festival de bandas marciais. Felipe é repórter abelha da RBS em Cachoeira do Sul, que pertence a praça de Santa Cruz do Sul. O resultado dessa aventura, depois de duas horas de gravação e dores nos braços, você confere em breve. Não perca!!!
Bueno, difícil falar (ou escrever), mas vamos lá... Esse semestre foi pesado, produzimos 5 teles, além de resenhas feitas a partir de leituras sugeridas pela profe Fabi (claro, a prática não existe sem a teoria). Mas falando sobre minhas impressões, eu, que tinha certa aversão às câmeras, sofri um pouco no início. Quero dizer, o telejornalismo nunca foi meu sonho de consumo, sempre tive maior simpatia pelo rádio e pelo impresso. Mas hoje, ao final do semestre, percebo que não passei em branco. Consegui, dentro das minhas limitações e preconceitos, contribuir para esse projeto que acabou dando certo: o Confraria. Foi a última disciplina de telejornalismo do curso e por isso é o fim? Agora não sei. O que posso afirmar é que enfrentei o processo e abracei a causa. Acabei conseguindo domar o "monstro" chamado telejornalismo. Ou melhor, acho que foi ele quem me domou...
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