A professora Fabiana Piccinin fala sobre o trabalho realizado durante o semestre e suas impressões sobre a turma de Telejornalismo II, responsável pelo Confraria.
Por Mauricio Beskow Quem por algum momento não idolatrou algo? Tido, às vezes, como um sentimento passageiro, o amor que os fãs demonstram por seus ídolos pode superar obstáculos como: distâncias geográficas e aprender um novo idioma, filas enormes e muita disposição para ver sua diva de perto e os que acreditam na possibilidade de um mundo melhor ao ler um livro. Assim, conhecemos pessoas que fazem de suas paixões parte da própria identidade e influenciam o modo de levar a vida. Saiba um pouco mais da realidades dessa pessoas na reportagem de Maurício Beskow. Aguardem.
Bueno, difícil falar (ou escrever), mas vamos lá... Esse semestre foi pesado, produzimos 5 teles, além de resenhas feitas a partir de leituras sugeridas pela profe Fabi (claro, a prática não existe sem a teoria). Mas falando sobre minhas impressões, eu, que tinha certa aversão às câmeras, sofri um pouco no início. Quero dizer, o telejornalismo nunca foi meu sonho de consumo, sempre tive maior simpatia pelo rádio e pelo impresso. Mas hoje, ao final do semestre, percebo que não passei em branco. Consegui, dentro das minhas limitações e preconceitos, contribuir para esse projeto que acabou dando certo: o Confraria. Foi a última disciplina de telejornalismo do curso e por isso é o fim? Agora não sei. O que posso afirmar é que enfrentei o processo e abracei a causa. Acabei conseguindo domar o "monstro" chamado telejornalismo. Ou melhor, acho que foi ele quem me domou...
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